segunda-feira, 2 de julho de 2012

CHANEL



Coco Chanel costumava dizer que o mais misterioso, o mais humano dos sentidos, é o cheiro. "Pelo cheiro um corpo se comunica com o outro", disse. O olfato era tão importante para ela que transformou sua paixão em fragrância: o Chanel nº 5.


A história do famoso perfume vai além do passado de sua criadora que está ao alcance de todos. Por isso, a escritora americana Tilar J. Mazzeo publicou "O segredo de Chanel nº 5", uma obra que esmiúça em detalhes a vida da estilista e de seu perfume.


História by Chanel


Chanel nº 5 sempre foi um perfume sinônimo de luxo e feminilidade por excelência. Inventado em 1920, entrou para a história como um ícone cultural que foi capaz de gerar longas filas de soldados em plena escassez da Segunda Guerra Mundial que queriam levar para suas mulheres gotas desse elixir para deixá-las ainda mais belas.


Também como símbolo de poder e feminilidade, ele foi o preferido da mulher mais sedutora do século 20, Marylin Monroe, quem chegou a afirmar que dormia completamente nua e a única coisa que colocava no corpo antes de ir para cama eram algumas gotas do seu cobiçado perfume.


Mas além das vendas, do marketing e do glamour, o cheiro imaginado por uma criadora como Gabrielle Bonheur Coco Chanel, o cheiro que define uma mulher com um olfato excepcional, guarda um grande segredo. Como se perpetuou e sobreviveu como o perfume mais valorizado pelas mulheres em quase cem anos de história?


A magia do cheiro


Os cheiros estão intrinsecamente relacionados com o cérebro e a memória em um grau extremo. É impossível esquecer alguns cheiros. A da chaminé acesa no início no inverno e o do jasmim fresco do jardim da infância, por exemplo. Cheiros que marcam a vida e permanecem para sempre na memória.


Os cheiros de Chanel são os de sua história. Apesar de que Coco Chanel sempre ter tentado tapar as feridas do passado inventando uma infância que não teve, com tios distantes, sua história é a de uma órfã.


Ela perdeu a mãe aos 12 anos. Sozinho com cinco filhos, o pai ficou com os dois meninos e entregou as três meninas aos cuidados das freiras no orfanato de Aubazine. Lá, Chanel foi educada, passou a adolescência e saiu ao completar 18 anos.


As feridas da perda e do abandono, relacionadas com a pureza e o cheiro de limpeza da abadia, foram os ingredientes do registro emocional que moldou a história de Chanel nº 5 e a relação complicada de Coco Chanel com sua criação.


Já fora do convento, ela trabalhou como costureira por alguns anos. Tentou também se transformar em uma estrela do vaudeville e atuou em vários palcos seduzindo homens. Uma de suas canções foi a que levou a ganhar o apelido de Coco




O Jasmim do sexo


Ela conviveu nesse ambiente com cantoras, atrizes e prostitutas que usavam o doce cheiro do jasmim para atrair os homens. Mas também sabia da preferência das mulheres de classe alta por fragrâncias florais, de rosas e de violetas. Essa diferença distinguia os dois extremos.


De um lado, as prostitutas, explica Tilar, tinham cheiro de sedução, a essência de jasmim, fragrâncias que a classe alta da época não se permitia usar. Coco Chanel tinha criado um cheiro limpo impecável, e não entendia por que as mulheres tinham de cheirar a plantas, ela queria encontrar um cheiro de mulher.


Por isso passou grande parte de sua vida estudando as combinações, queria um perfume que traduzisse a mulher, a sensualidade, não a prostituição, mas a independência, a limpeza.


Apesar da fama de estilista, durante anos ela não foi bem recebida nos altos círculos sociais devido ao seu passado, mas ela sempre lutou. Primeiro com uma pequena loja de chapéus, depois com outra de roupas e mais tarde com seu perfume.


No verão de 1920, Chanel tinha como amante o príncipe russo Dimitri Pavlovich, que a apresentou ao perfumista dos Romanov, Ernest Beaux.


Em uma rua estreita de Paris, a estilista, o príncipe e o perfumista, três personagens muito diferentes, deram de cara com a mistura exata de jasmim, rosas e aldeídos que, sem eles sequer imaginassem, se transformaria no famoso Chanel nº 5.



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sábado, 10 de dezembro de 2011




Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre.


A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria.


Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo sem ele.


A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.


O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.


Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.


O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas cerimônias dos tempos primitivos.


Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais.


Nas cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral, que estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito. Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário compõem sua estrutura.


No século XVI surgiram os primeiros registros das danças, em que cada localidade apresentava características próprias. No século XIX surgiram as danças feitas em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a princípio, não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX surgiu o rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os ritmos das danças.


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sexta-feira, 25 de novembro de 2011




A cada dia me convenço que sonhos são como jóias,como tesouros....
que demoramos a conquistar...

mas realizar...

é um sonho!!!



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sexta-feira, 15 de julho de 2011

NOIVAS MARAVILHOSAS,MOMENTOS ÚNICOS























MOMENTOS INESQUECÍVEIS...DANÚBIA E FABRÍCIO.


Eu na vivência da fotografia,vejo lindas histórias de amor,e fico a cada dia mais romântica,pois o amor dos sonhos existe.

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